quinta-feira, 28 de julho de 2011

Superando o adiamento - Administração do tempo

  O adiamento provavelmente consumirá mais tempo no seu local de trabalho do que em qualquer outro lugar. Se você for uma pessoa que costuma adiar, a mudança de atitude para o Faça Agora será um elemento chave para ajudá-lo a identificar onde existe adiamento nos seus hábitos profissionais e a superá-lo.

A maioria das pessoas é muito inteligente, até mesmo engenhosa, no que diz respeito a adiar as coisas. "Eu não tenho muito tempo" é uma desculpa comum. "Eu acho que eles disseram que não estariam aqui hoje, então eu não liguei." "Não é tão importante." A lista e motivos pelos quais uma tarefa não pode ser concluída é interminável.


Seja tão esperto para concluir as coisas quanto o é para adiá-las. Insista até encontrar a solução para cada problema sem adiá-lo. É aí que você deve concentrar o poder de sua mente, e não em desculpas inteligentes.


As oito maneiras de superar o adiamento:

1) Faça agora e fará uma vez somente: Não fique lendo e relendo para fazer uma ação. Leia e aja.
2) Clareie a sua mente: Não postergue nada. Programe o que você vai fazer e realmente faça ou esqueça o que você não vai fazer.
3) Resolva os problemas enquanto eles são pequenos: Caso contrário seus problemas crescerão e consumirão mais tempo.
4) Diminua as interrupções desnecessárias: Isso o ajudará a ser mais produtivo.
5) Coloque os atrasos em dia: Os trabalhos atrasados criam o seu próprio trabalho extra.
6) Comece a operar visando o futuro e não o passado: Trabalhe sempre de forma preventiva, antecipando-se.
7)  Pare de se preocupar: O grande dano do adiamento é o cansaço mental e psíquico que isso causa.
    8) Agora sinta-se melhor em relação a si mesmo: A conclusão de tarefas evita o estresse e a ansiedade e traz mais autoconfiança e auto-respeito.

Fonte: Administração o tempo
Por Sandro Neto

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Tipos de Leitura - Parte 2 - Processo de leitura Ativa

Processos de leitura activa

Uma leitura activa implica os seguintes processos: consultar o dicionário, sublinhar, fazer anotações e tirar apontamentos. Isto exige que o estudante tenha à mão dicionários, cadernos, esferográficas, lápis, borracha... Exige ainda que ele escolha locais apropriados e posturas físicas correctas para ler e escrever. Desaconselha-se, por isso, a opção daqueles que estudam reclinados no sofá ou na cama.

1 Consultar o dicionário
 O bom leitor não precisa de ir ao dicionário ver o significado de todas as palavras, desde que possa entendê-las. Às vezes, consegue-se saber o que significa uma palavra pela análise dos seus componentes (prefixos e raízes do grego ou do latim), pela comparação com outras semelhantes e conhecidas ou ainda pelo contexto. Mas é aconselhável consultar um dicionário, sempre que se encontrem expressões desconhecidas ou de sentido duvidoso e que sejam fundamentais para a compreensão do texto. O dicionário é fonte rápida e segura para tirar dúvidas.

Uma das finalidades da leitura é captar as ideias. Ora, só podemos ter a garantia de compreender uma ideia se compreendermos as palavras e as frases. Daí a necessidade de ter à mão um dicionário geral e, sempre que possível, dicionários especializados, onde possamos esclarecer o significado exacto dos termos (técnicos e científicos) que não dominamos. Não tendo dicionários à mão, devem anotar-se as palavras desconhecidas em «listas de espera», para esclarecer depois.
Consultar o dicionário não só ajuda a perceber melhor um texto como também enriquece o vocabulário. Isto é razão suficiente para alguns professores, sobretudo professores de Língua Estrangeira, aconselharem um «caderno de vocabulário»,onde os alunos possam escrever palavras novas, definições e sinónimos.

Conhecendo e aplicando corretamente palavras novas, combate-se a ignorância e adquire-se maior competência a falar e a escrever.

2 Sublinhar
Sublinhar um texto é uma forma de estar mais atento e de captar melhor o que se lê. Quem sublinha lê duas vezes. Um sublinhado bem feito permite ainda tirar bons apontamentos e fazer revisões rápidas, na véspera das provas.

A arte está em saber extrair e sublinhar o essencial do meio das frases mais ou menos complexas do texto. Em geral, o mais importante para o autor é assinalado nos títulos, nos subtítulos e na insistência em determinadas afirmações. Os interesses do leitor podem levá-lo a sublinhar outras coisas.

Sublinhar bem um livro ou um texto desperta a atenção, ajuda a captação e facilita as revisões. Para sublinhar bem, apontamos três regras fundamentais: 
- Dar prioridade a definições, fórmulas, esquemas, termos técnicos e outras palavras ou expressões que sejam a chave da ideia principal. 
- Não abusar dos traços e das cores. Em geral, basta destacar uma frase ou duas, por parágrafo. Sublinhar tudo é o mesmo que não sublinhar nada.
- Sublinhar apenas livros pessoais. É falta de respeito pelos outros riscar livros emprestados. Além do mais, um sublinhado só funciona bem para a pessoa que o fez. Cada pessoa tem o seu método próprio.

3 Fazer anotações
O leitor activo pensa enquanto lê e faz anotações, à margem dos textos, como prova do seu espírito crítico.

As anotações são reacções ou comentários pessoais e podem expressar-se através de variadas formas:
- pontos de exclamação (!), como sinal de surpresa ou entusiasmo;
- pontos de interrogação (?), como sinal de dúvida, discordância ou rejeição;
- letras diversas para fazer uma observação simples (exemplos: B—bom ou bem, I—importante ou interessante, N—não, R—rever. . .);
- palavras que resumam o núcleo central de um parágrafo;
- uma nota de referência a outras ideias sobre o assunto, defendidas pelo mesmo autor ou por autor diferente (exemplo: cf. livro...pág....).

Cada pessoa escreve o que quer e como quer, nos seus próprios livros. Anotar um livro é enriquecê-lo.
Além de originais, as anotações devem ser claras e breves.

4 Tirar apontamentos
Tirar apontamentos é um processo que facilita a captação e a retenção da matéria. Escrevendo, aprende-se melhor e guarda-se a informação por mais tempo.

Apontamentos bem elaborados a partir das leituras fornecem ainda informações rápidas e eficientes para fazer trabalhos de casa ou rever a matéria, antes das provas Os apontamentos podem ser de três tipos: transcrições, esquemas e resumos.

4.1 Transcrições
Transcrever é copiar por extenso um texto ou parte dele.
Copiar textos não é o processo mais eficaz para estudar um assunto, embora seja útil, pois enquanto se escreve pensa-se sobre aquilo que se lê. Mais eficaz será fazer esquemas e resumos.

As transcrições são indispensáveis, quando se pretende recolher dados para a realização de um trabalho escrito, com recurso a citações

Nas transcrições, três regras devem ser respeitadas:
- Não copiar longos textos, integralmente. Basta seleccionar as partes mais significativas.
-  Pôr entre aspas os textos copiados. Tem de ficar bem claro que se trata de transcrição e não de resumo pessoal.
-  Indicar, com precisão, a fonte, ou seja, registar o nome do autor, o título do livro ou da revista, o número da edição, o local de edição, o editor, a data e a página.

Guardados em folhas ou fichas próprias ou mesmo no habitual caderno do aluno, estes apontamentos ficam, assim, prontos a ser utilizados em qualquer momento, dispensando nova consulta de livros.

4.2 Esquemas
Há pessoas que gostam de passar a esquema as ideias essenciais captadas nas leituras ou nas aulas.

Os esquemas são simples enunciados das palavras-chave, em torno das quais é possível arrumar grandes quantidades de conhecimentos. Representam uma enorme economia de palavras e oferecem a vantagem de destacar e visualizar o essencial do assunto em análise, podendo ainda ser facilmente reformulados.

Além de desenvolverem a criatividade e o espírito crítico, os esquemas são um bom sistema para elaborar planos de trabalho e preparar provas de avaliação.
Existem vários tipos de esquema: índices, quadros, gráficos, desenhos ou mapas.

Qualquer um destes tipos se encontra, com frequência, nos manuais.
Os esquemas são, por vezes, desaconselháveis pela insuficiência de elementos registados e porque a matéria esquematizada com linhas, figuras, sinais e palavraschave, pode perder o sentido, com o decorrer do tempo. Menos ambíguos e, por isso, mais aconselháveis são os resumos, sobretudo quando se precisa da matéria muito tempo depois da elaboração dos apontamentos.

4.3 Resumos
Resumir é abreviar, tornar mais curto um texto. Isto exige capacidade para seleccionar e reformular as ideias essenciais, usando frases bem articuladas.
Às pessoas pouco treinadas na técnica do resumo propomos a seguinte metodologia:
1.º Compreender o texto, na sua globalidade.
2.º Descobrir a ideia-chave ou tópico de cada parágrafo.
3.º Registar numa folha de rascunho o conjunto dos vários tópicos, recolhidos parágrafo a parágrafo.
4.º Reconstruir o texto, de um modo pessoal, respeitando sempre o plano e o pensamento do autor.

Um bom resumo, tal como um bom esquema, tem quatro características fundamentais:
- Brevidade - os pontos principais da matéria são registados de forma abreviada. O bom resumo não ultrapassa um quarto do texto inicial.
- Clareza - os factos ou as ideias são apresentados sem qualquer tipo de confusão ou ambiguidade.
- Rigor - o essencial do assunto é reproduzido fielmente, sem erros nem deformações.
- Originalidade - a matéria é traduzida numa linguagem original, própria de cada leitor, embora transmita apenas o ponto de vista do autor. Resumir não é comentar!

Fazer resumos é um processo eficaz para compreender e assimilar a matéria. É também um treino fundamental para a transmissão das nossas ideias, de forma breve, clara, rigorosa e original.

Nas provas de avaliação, escritas ou orais, e pela vida fora, exige-se capacidade para comunicar, com rapidez e eficiência, o essencial das coisas que sabemos.
Aprender a resumir é aumentar as hipóteses de sucesso.

(A propósito: quando for convidado a fazer um resumo, não hesite em perguntar
qual a extensão desejada, para não haver defeito nem excesso).

Fonte: Aprender a escutar (segmentação)

Assuntos relacionados
- Tipos de Leitura - Parte 1

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Tipos de Leitura - Parte 1

Apesar de vivermos numa época em que impera o audiovisual, os livros continuam a ser o principal instrumento de estudo.

Nas nossas escolas, só agora começa a surgir, timidamente, o vídeo educativo.
Tudo indica que passarão muitos anos até que o livro possa ser substituído, com vantagem, por outros auxiliares de aprendizagem. O livro é, neste momento, o material mais disponível e de mais fácil acesso.
 
Convirá, pois, saber lidar com os livros, sobretudo manuais, e aperfeiçoar as técnicas de leitura activa.
 
1 Como conhecer um livroPerante livros novos, em particular livros de estudo, qualquer pessoa ganha se souber como estão organizados, se souber lidar com eles.
 
Três técnicas simples, entre outras possíveis, ajudam a conhecer um livro, a descobrir o seu interesse e a tornar mais rentável a sua utilização:

- Percorrer o índice. Pelo índice, é possível descortinar o essencial da matéria tratada. O índice mostra, de forma esquemática, o conteúdo e a organização de um livro.
- Ler a introdução. Na introdução, o autor explica as intenções do livro, indica quais os seus destinatários e, por vezes, fornece pistas sobre o modo de tirar proveito da leitura.
-  Folhear as páginas. Folheando as páginas do livro, pode observar-se a forma como é apresentada a matéria, nos seus capítulos e títulos principais. Pode observar-se ainda se existem esquemas ou figuras que facilitem a compreensão dos temas tratados.
 
Etapas na leitura

Quando alguém pega num livro para estudar um capítulo qualquer, não deve pretender fixar a matéria, logo à primeira tentativa. Mais vantajoso será fazer a leitura em duas etapas distintas. Numa primeira etapa, lê-se «por alto», para saber de que assunto se trata e a forma como é tratado. Numa segunda etapa, lê-se «em profundidade», para compreender e assimilar o essencial.
 
1 Ler «por cima, dar uma lida rápida»
Ler «por alto» ou «sobrevoar» um capítulo é dar uma rápida passagem de olhos pelo seu conteúdo. Tecnicamente designada por skimming, esta primeira leitura serve para oferecer ao leitor uma visão panorâmica do terreno a explorar, ou seja, uma visão geral do assunto.

Nesta etapa, aconselha-se a leitura de um ou outro parágrafo do início, do meio e do fim do capítulo («leitura em diagonal»). Aconselha-se, igualmente, o exame atento do título e de eventuais subtítulos, esquemas, ilustrações e frases destacadas.

Pretende-se, na primeira leitura, que o estudante descubra a ideia principal do capítulo (ou de um simples texto) e oriente o seu trabalho para os aspectos mais
importantes ou mais interessantes da matéria.

2 Ler «em profundidade»
Depois de uma rápida inspecção, que permite descortinar a arquitectura geral de
um texto ou de um capítulo, chega o momento de ler «em profundidade» (scanning) para explorar e captar o essencial.
 
Aquilo que se lê de forma superficial depressa se deforma e desaparece. Por isso,
nesta etapa, a pessoa deve ler o texto todo, de forma aprofundada, quantas vezes foram necessárias, até conseguir respostas claras para questões como estas:
 
- Que diz o autor? Que pretende transmitir?
- As explicações são fundamentadas? Os factos e os argumentos são esclarecedores?
- Concordo com as opiniões do autor?
- Que novidades surgem no texto?
- Encontro informações úteis? Posso aplicá-las na prática?
-  Que ligação tem o assunto com aquilo que já sei?
O bom leitor não regista passivamente tudo aquilo que vem nos livros. Mesmo que os autores lhe mereçam confiança, o bom leitor manifesta espírito crítico perante o que lê. Ele analisa, compreende, interpreta, compara e avalia.
 
A leitura «em profundidade» é feita com a inteligência e não só com os olhos. É
uma leitura cuidadosa, concentrada e crítica. Numa palavra, activa.

Fonte: Aprender a estudar

Assuntos relacionados:
- Leitura - Parte 2

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Metodo de Avaliação - Cespe UNB


Muita gente se “atrapalha” mas a metodologia adotada pela Cespe é simples

Como funciona a pontuação:
A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a:
1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
1,00 ponto (menos 1 ponto), caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
0,00, (zero ponto) caso não haja marcação ou haja marcação dupla (C e E).

Dica-Se tiver dúvida sobre a resposta o ideal é não marcar nada, porque não perderá pontos.

Objetivos
- Desestimular o chute e evitar que o acaso ou a sorte influencie no resultado, portanto se não sabe, ou não tem certeza NÃO chute

- Veja o que disse o diretor-geral da Cespe  Joaquim José Soares Neto, “Nosso objetivo é contribuir cada vez mais para que órgãos e empresas encontrem perfis de profissionais mais adequados às funções que serão exercidas”, ().

- “A interdisciplinaridade das provas é algo que exige mais dos candidatos. Não adianta decorar os assuntos, para ser aprovado é preciso ter conhecimento teórico e raciocinar. As provas conseguem aferir até a vivência do candidato, o que nos proporciona saber quem são os melhores profissionais”. (Gladson Viana)




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segunda-feira, 25 de julho de 2011

SEDEX A COBRAR - Informações


É o serviço de remessa expressa para envio de documentos e mercadorias, no qual o remetente paga os preços postais no momento da postagem e estipula o valor a ser cobrado do destinatário.

No Sedex a cobrar o comprador deposita o dinheiro do frete ao vendedor, feito isso, o vendedor posta o produto e depois de alguns dias o comprador recebe uma carta (correspondência) solicitando a retirada do produto na agência do correio mais próxima do CEP informado no ato da compra mediante ao pagamento pelo produto.

Serviços Básicos:

Serviços adicionais e complementares:

Serviço adicional obrigatório:

Produtos opcionais: 

Local de entrega:
Na Agência dos Correios mais próxima do endereço do destinatário.

A entrega no balcão da unidade postal é feita apenas ao próprio destinatário, ou a pessoa por ele autorizada, no campo apropriado do aviso de chegada deixado pelo carteiro.

Prazo de guarda:
O remetente define o valor a ser cobrado do destinatário, não podendo ser inferior aos preços postais pagos e nem superior à soma dos preços postais e do Valor Declarado–VD.

O reembolso do valor ao remetente será efetuado por intermédio do serviço Vale Postal e no prazo máximo de 15 dias corridos, a contar da data de entrega da encomenda ao destinatário. 

BENEFÍCIOS

- Rastreamento do objeto: estarão disponíveis no site dos Correios informações sobre a situação de entrega do objeto, ou, na sua impossibilidade, os motivos respectivos da não entrega;
- Remetente define o valor a cobrar do destinatário;
- Garantia de receber o valor pago pelo destinatário.

RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES

Limites de dimensões e pesos:

O SEDEX admite a postagem de objetos com peso até 30 kg e as seguintes dimensões:

a) Pacote ou caixa:
     Mínimas: 11 cm X 16 cm (na face do endereçamento)
     Máximas: 160 cm (comprimento + altura + largura)
     Maior dimensão: 90 cm (comprimento ou altura ou largura)
     Altura mínima: 2 cm.

b) Rolo:
     Mínimas: 28 cm (comprimento mais 2 vezes o diâmetro)
     Menor dimensão de comprimento: 18 cm
     Maior dimensão de comprimento: 90 cm

c) Envelope:
     Mínimas: 11 cm X 16 cm

     Maior dimensão: 60 cm

Recomendações:
Toda encomenda SEDEX a Cobrar deverá ser acondicionada pelo remetente em embalagem que resista ao peso, à forma e à natureza do conteúdo, bem como às condições de transporte. Para saber mais, consulte Acondicionamento.

As encomendas, com ou sem valor declarado, postadas na Zona Franca de Manaus ou em Zona fiscal de Fronteira, devem ser encaminhadas abertas para verificação das agências da Receita Federal.

A Nota Fiscal ou Formulário de Discriminação de Conteúdo devem ser acondicionados em envelope plástico transparente auto-adesivo e afixados, preferencialmente, na parte externa da embalagem.

A encomenda deverá ser apresentada aberta e seu conteúdo será confrontado, pelo atendente, com a informação constante na Nota Fiscal ou no Formulário de Discriminação de Conteúdo (caso não se trate de produto tributável).

O Vale Postal e a Nota Fiscal ou Formulário de Discriminação de Conteúdo, deverão ser acondicionados em envelope plástico transparente auto-adesivo, afixado na parte externa da embalagem. 

Restrições:
Verifique quais conteúdo que os Correios não transportam.
Verifique aqui as restrições da entrega domiciliária

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